Inteligência comercial
Transforma a base nacional em direção de mercado para a construtora.
- mapa de órgãos e regiões
- análise do comportamento dos contratantes
- editais aderentes à capacidade
- oportunidades de diversificação da carteira
Antes da primeira reunião, cruzamos contratos, órgãos, prazos, editais e exigências de integridade. Gabriela Perez de Oliveira transforma essa leitura em prioridades para licitar melhor, preservar direitos e estruturar um Programa de Integridade que exista além do papel.
Advogada especializada em licitações e contratos públicos, com mais de vinte anos de experiência na contratação pública dos dois lados do balcão: administração estadual e assessoria a empresas.
A leitura jurídica é combinada com uma base proprietária de contratos públicos de obras para transformar dados dispersos em decisão executiva — da seleção de mercados ao pós-contrato e ao Programa de Integridade.
A empresa normalmente conhece cada obra. O que falta é enxergar como os contratos se combinam: concentração em órgãos, posição no mercado, janelas administrativas, oportunidades comerciais e obrigações de integridade que nascem da própria carteira.
Como a empresa se posiciona no Brasil, na região, no estado e entre pares de porte e objeto semelhantes.
Onde a carteira está concentrada, quais contratantes prorrogam, alteram ou exigem mais preparação e em que momento costumam agir.
Contratos críticos, janelas de prorrogação, reequilíbrio, aditivos, medições e documentação que precisa ser preservada.
Quais contratos e praças exigem Programa de Integridade, o estágio de atendimento e o que precisa virar evidência.
Editais selecionados a partir da carteira de contratos da empresa.
O diagnóstico não é um produto isolado. Ele organiza a decisão e indica qual frente deve ser acionada — por projeto específico ou em acompanhamento contínuo.
Transforma a base nacional em direção de mercado para a construtora.
Seleciona certames, protege a habilitação e conduz a disputa com estratégia.
Preserva direitos e organiza a ação antes de a janela administrativa fechar.
A obrigação não começa no Código de Ética. Começa no contrato que colocou a empresa sob uma regra específica — e só se encerra quando a empresa consegue comprovar que o programa funciona.
A construtora não precisa de uma coleção de modelos. Precisa de um sistema coerente, proporcional ao seu porte e conectado aos contratos que geraram a exigência.
Responsável por integridade, instâncias de decisão, independência, organograma e critérios claros.
Código de Ética, regimentos, políticas e procedimentos organizados sem contradições ou documentos órfãos.
Treinamentos, aceites, diligências, canal de denúncia, tratamento de riscos e rotinas periódicas.
Documentos e registros vinculados a cada obrigação, com responsável, período, aceite e controle de pendência.
Calendário vivo para renovações, novas exigências, contratos futuros e atualização do programa.
A leitura pública prepara a pauta; a conversa valida o contexto e define o que deve ser feito primeiro.
Contratos vigentes, órgãos, valores, prazos, objetos e sinais de incidência regulatória.
Em cerca de 30 minutos, contrastamos a leitura pública com a realidade operacional da empresa.
O que agir agora, o que investigar, o que pode esperar e qual frente deve ser contratada.
Contratação modular ou acompanhamento integrado de inteligência, licitações, pós-contrato e integridade.
Solicite uma leitura inicial. A pauta chega preparada com dados públicos da sua empresa e termina com prioridades claras.
A leitura inicial é feita sem qualquer custo, com dados públicos e as informações que a empresa decidir compartilhar. Não há promessa de resultado em licitação, pleito, certificação ou processo administrativo.